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Gestão de Vulnerabilidades

A maioria dos ataques entra por uma falha já conhecida, que já tinha correção e ficou aberta tempo demais. Não por um golpe inédito.

Você passa a enxergar cada falha dos seus sistemas, a saber qual delas está realmente sendo usada contra empresas lá fora e a fechá-la a tempo, sem instalar mais nada nas máquinas. A gestão de vulnerabilidades roda sobre o agente que você já tem, prioriza pelo risco real e a Zamak Technologies conduz cada correção até o fechamento.

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Loja · Cibersegurança Gerenciada

Não é o ataque desconhecido que derruba a maioria das empresas. É a falha conhecida que ninguém fechou a tempo.

A maior parte dos ataques bem-sucedidos entra por uma vulnerabilidade já conhecida, que já tinha correção disponível e ficou aberta tempo demais. Uma vulnerabilidade é uma falha em um programa ou no sistema operacional que serve de porta de entrada para o atacante. O problema quase nunca é um golpe inédito de cinema.

Explorar uma falha conhecida já é a principal porta de entrada dos ataques, à frente do roubo de senha pela primeira vez em quase duas décadas, segundo o Relatório de Investigações de Violação de Dados da Verizon.

Segundo o mesmo relatório, o tempo médio que uma empresa leva para corrigir uma falha crítica já conhecida chegou a cerca de 43 dias. O atacante leva dias, às vezes horas.

Cada computador roda dezenas de programas, e cada programa é uma porta que pode ficar aberta. Sozinha, nenhuma equipe dá conta de saber quais estão abertas agora.

Gestão de vulnerabilidades que enxerga cada falha nos seus computadores, mostra qual delas será de fato usada contra você e fecha a porta a tempo. Implantada e operada pela Zamak Technologies.

Meça a sua exposição com o autodiagnóstico de cibersegurança

Por que a falha conhecida é o maior risco

A porta estava aberta muito antes do ataque

Veja como a falha conhecida vira incidente, na prática, em empresas que se achavam em dia.

A atualização que ficou para depois.

Uma falha crítica foi anunciada, com a correção já pronta. A correção entrou na fila do próximo fim de semana de manutenção. O atacante não esperou o fim de semana.

Dezenas de programas, dezenas de portas.

Cada máquina roda navegador, leitor de documentos, ferramentas de trabalho, cada um com a própria falha e o próprio ritmo de correção. Sem uma visão única, é impossível saber quais portas estão abertas neste momento.

O dispositivo que ninguém cadastrou.

Um equipamento entrou na rede por fora do controle: um notebook pessoal, uma câmera, uma impressora antiga. Ninguém o estava protegendo, e ele virou o caminho mais curto para dentro da empresa.

Da porta aberta ao estrago, em dias.

Assim que uma falha vira notícia, ela é transformada em arma em poucos dias. Pela porta que ficou aberta, o atacante entra, cifra os arquivos, rouba dados e salta de máquina em máquina, antes que alguém perceba.

A pergunta que a seguradora faz.

Na renovação do seguro ou na auditoria, vem a pergunta: como você gerencia as vulnerabilidades dos seus sistemas? Sem uma resposta documentada, o custo da apólice sobe ou a cobertura cai.

O ponto não é se existem falhas, porque sempre existem. É quais delas estão realmente em risco e em quantos dias você as fecha. É exatamente isso que a gestão de vulnerabilidades faz.

O que é a gestão de vulnerabilidades

Não espera o ataque. Procura a porta aberta primeiro.

Gestão de vulnerabilidades é a prática de encontrar, priorizar e fechar as falhas dos seus sistemas antes que um atacante as use. Em vez de esperar o alarme do ataque, ela varre tudo continuamente, separa o que é realmente perigoso do que é apenas ruído e leva cada falha priorizada até o fechamento. É a diferença entre torcer para estar em dia e saber, com prova, que está.

Enxerga cada falha

Vê, em tempo real, as falhas de cada aplicativo e do sistema operacional em todos os computadores, sem instalar mais nada: a leitura roda sobre o mesmo agente da sua defesa de endpoint.

Mostra qual importa

Não são todas as falhas que viram ataque. A plataforma cruza cada uma com a inteligência de quais estão sendo de fato exploradas no mundo lá fora e com a importância de cada ativo, e ordena a fila pelo risco real.

Fecha a tempo, e confirma

A Zamak conduz a correção ou a mitigação da falha priorizada e refaz o teste para confirmar que a porta foi fechada de verdade. Corrigir sem confirmar não conta.

Cobre Windows, macOS e Linux, e ainda encontra na rede os dispositivos que ninguém cadastrou, inclusive os de internet das coisas (IoT).

O que está incluído

A tecnologia e a equipe que fecham a porta, juntas

Você recebe a plataforma que enxerga e prioriza as falhas e a equipe da Zamak que transforma a lista em portas fechadas. Você foca no seu negócio.

A tecnologia que enxerga e prioriza

A plataforma que vigia as falhas, sem peso novo nas máquinas.

  • Visibilidade contínua das falhas de aplicativos e do sistema operacional
  • Sem agente extra: roda sobre o mesmo agente da defesa de endpoint
  • Priorização pela falha que está sendo de fato explorada e pela criticidade do ativo
  • Descoberta de dispositivos na rede, inclusive os que ninguém cadastrou
  • Inteligência de falhas atualizada a partir de bases públicas reconhecidas

A gestão pela Zamak

A equipe que transforma o que foi achado em portas fechadas.

  • Ativação e ajuste da gestão de vulnerabilidades ao seu ambiente
  • Condução da correção ou da mitigação das falhas prioritárias
  • Nova verificação após a correção, para confirmar que a falha foi fechada
  • Relatório do que estava aberto e do que foi fechado, em linguagem de negócio
  • Acompanhamento recorrente, ao lado da sua equipe de TI quando ela existe

Por dentro da tecnologia

A engenharia por trás da gestão de vulnerabilidades

Para quem quer o detalhe técnico: é assim que a gestão de vulnerabilidades funciona por dentro.

Sem agente extra

A gestão de vulnerabilidades é ligada com um toque sobre o mesmo agente que já faz a defesa de endpoint. Sem um equipamento dedicado, sem uma ferramenta separada de varredura de rede, sem peso novo nas máquinas.

Inteligência de falhas atualizada

Cada falha é cruzada com a base nacional de vulnerabilidades, com o catálogo público das falhas que já estão sendo exploradas e com a previsão de exploração, para saber qual delas realmente importa.

Visibilidade contínua em três sistemas

Varredura contínua das falhas de aplicativos e do sistema operacional em Windows, macOS e Linux, e não um retrato isolado uma vez por trimestre.

Descoberta de rede

Encontra os dispositivos gerenciados, os não gerenciados e os de internet das coisas conectados à rede, fechando os pontos cegos que ninguém estava protegendo.

Priorização por risco real

Ordena pela probabilidade de a falha ser explorada e pela criticidade do ativo, e não pela nota bruta de severidade. Assim, a fila do que de fato importa fica curta e clara.

Da descoberta ao fechamento

Isolamento do dispositivo em risco, condução da correção e uma nova verificação para confirmar que a brecha foi fechada. O ciclo só termina quando a porta está fechada de verdade.

A plataforma roda sobre infraestrutura certificada em SOC 2 e ISO 27001, em conformidade com HIPAA e PCI-DSS, e os dados de telemetria trafegam com criptografia em trânsito e em repouso.

Fontes de inteligência: a base nacional de vulnerabilidades e o catálogo público das falhas ativamente exploradas.

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Leve esta documentação para apresentar a quem decide.

A comparação

Varredura avulsa, correção por calendário e gestão de vulnerabilidades integrada

O setor reconhece três formas de lidar com falhas: a varredura avulsa (uma ferramenta separada que tira um retrato de vez em quando), a correção por calendário (aplicar atualizações em datas fixas, sem olhar o risco) e a gestão de vulnerabilidades integrada ao agente que já protege os computadores, que enxerga, prioriza e fecha de forma contínua. Esta última, integrada ao agente de endpoint, é a abordagem publicada pela N-able e pela SentinelOne, fabricantes da plataforma que a Zamak opera.

Como cada abordagem atua
A escolha da Zamak
Gestão integrada ao endpoint
Varredura avulsa periódicaCorreção por calendário
Como enxerga a falhaEm tempo real, no próprio agente, sem instalar mais nadaUm retrato de vez em quando, com um agente ou equipamento próprioNão procura a falha: aplica o que está no calendário de atualização
O que priorizaA falha que está sendo de fato explorada e o ativo mais críticoPela nota bruta de severidade: uma lista enorme para triarPela data do calendário, não pelo risco de cada falha
CoberturaAplicativos e sistema, e descobre o que não estava cadastradoDepende do alcance da varredura na redeSó o que está no catálogo de atualizações
Da descoberta à correçãoUm fluxo só: a equipe age e confirma com nova verificaçãoEntrega a lista; corrigir fica com outra ferramentaAplica a atualização, mas não confirma que a falha fechou
Esforço da sua equipeUma fila curta do que importa, conduzida pela ZamakUma enxurrada de achados para triar à mãoUma fila de atualizações sem lente de risco
Prova para auditoria e seguroPrograma documentado, com evidência de que a falha foi fechadaUm relatório estático do dia da varreduraRegistros de atualização, sem o contexto de risco

Como enxerga a falha

A escolha da Zamak

Gestão integrada ao endpoint

Em tempo real, no próprio agente, sem instalar mais nada

Varredura avulsa periódica

Um retrato de vez em quando, com um agente ou equipamento próprio

Correção por calendário

Não procura a falha: aplica o que está no calendário de atualização

O que prioriza

A escolha da Zamak

Gestão integrada ao endpoint

A falha que está sendo de fato explorada e o ativo mais crítico

Varredura avulsa periódica

Pela nota bruta de severidade: uma lista enorme para triar

Correção por calendário

Pela data do calendário, não pelo risco de cada falha

Cobertura

A escolha da Zamak

Gestão integrada ao endpoint

Aplicativos e sistema, e descobre o que não estava cadastrado

Varredura avulsa periódica

Depende do alcance da varredura na rede

Correção por calendário

Só o que está no catálogo de atualizações

Da descoberta à correção

A escolha da Zamak

Gestão integrada ao endpoint

Um fluxo só: a equipe age e confirma com nova verificação

Varredura avulsa periódica

Entrega a lista; corrigir fica com outra ferramenta

Correção por calendário

Aplica a atualização, mas não confirma que a falha fechou

Esforço da sua equipe

A escolha da Zamak

Gestão integrada ao endpoint

Uma fila curta do que importa, conduzida pela Zamak

Varredura avulsa periódica

Uma enxurrada de achados para triar à mão

Correção por calendário

Uma fila de atualizações sem lente de risco

Prova para auditoria e seguro

A escolha da Zamak

Gestão integrada ao endpoint

Programa documentado, com evidência de que a falha foi fechada

Varredura avulsa periódica

Um relatório estático do dia da varredura

Correção por calendário

Registros de atualização, sem o contexto de risco

As categorias de varredura avulsa, correção por calendário e gestão de vulnerabilidades integrada ao endpoint seguem a taxonomia reconhecida pelo setor. A abordagem integrada ao agente de endpoint é a publicada pela N-able e pela SentinelOne, fabricantes da plataforma operada pela Zamak. A coluna em destaque lista apenas o que a Zamak entrega ao cliente.

Risco, impacto e resposta

Para cada risco real, uma resposta concreta

Cenário de riscoO que está em jogoComo a gestão de vulnerabilidades responde
Falha conhecida sem correção há semanasVira a porta de entrada mais comum do ataqueEnxerga a falha continuamente, prioriza pelo risco e a Zamak conduz o fechamento, encurtando a janela em que o ataque acontece
Dispositivo conectado que ninguém cadastrouUm ponto cego que ninguém estava protegendoA descoberta de rede encontra o que não estava no radar, do servidor à internet das coisas
Centenas de correções pendentes e pouco tempoParalisia, ou esforço gasto na falha erradaPrioriza pela exploração real e pela criticidade do ativo, então a fila do que importa fica curta
Auditoria ou seguradora exige gestão de vulnerabilidadesReprovar o requisito, perder cobertura ou pagar mais caroPrograma gerenciado e documentado, com a evidência de que cada falha foi fechada

Falha conhecida sem correção há semanas

Vira a porta de entrada mais comum do ataque

Como a gestão de vulnerabilidades responde

Enxerga a falha continuamente, prioriza pelo risco e a Zamak conduz o fechamento, encurtando a janela em que o ataque acontece

Dispositivo conectado que ninguém cadastrou

Um ponto cego que ninguém estava protegendo

Como a gestão de vulnerabilidades responde

A descoberta de rede encontra o que não estava no radar, do servidor à internet das coisas

Centenas de correções pendentes e pouco tempo

Paralisia, ou esforço gasto na falha errada

Como a gestão de vulnerabilidades responde

Prioriza pela exploração real e pela criticidade do ativo, então a fila do que importa fica curta

Auditoria ou seguradora exige gestão de vulnerabilidades

Reprovar o requisito, perder cobertura ou pagar mais caro

Como a gestão de vulnerabilidades responde

Programa gerenciado e documentado, com a evidência de que cada falha foi fechada

A operação e o acompanhamento são conduzidos pela Zamak.

Para cada decisor

O que isso significa para quem decide

A gestão de vulnerabilidades resolve uma dor diferente para cada papel na empresa.

Sócio e proprietário

A porta que vira manchete fica fechada

Hoje, o caminho mais comum do ataque é uma falha conhecida que ficou aberta. A Zamak encontra e fecha essa porta antes que ela vire a crise que mancha a reputação que você levou anos para construir.

Diretoria e gestão

O requisito do seguro e da auditoria, com custo previsível

Seguradoras de risco cibernético e auditorias cada vez mais pedem um programa de gestão de vulnerabilidades. Aqui você tem isso como um custo mensal previsível, com a evidência documentada que pedem de você.

Líder de TI interno

Sabe qual das centenas corrigir primeiro

Em vez de uma lista infinita de pendências, você recebe a fila ordenada pela falha que está realmente sendo explorada. A Zamak é a retaguarda ao lado do seu time, nunca no lugar dele, e você decide o quanto delegar.

Parceiro de TI

Gestão de vulnerabilidades de nível enterprise para revender

Ofereça um programa contínuo de gestão de vulnerabilidades sem montar uma equipe de varredura própria. A Zamak opera nos bastidores; a relação com o cliente continua sendo sua.

Por que a Zamak

Tecnologia de ponta, conduzida por quem entende o seu risco

A Zamak Technologies não entrega só um relatório de falhas. Ela escolhe a plataforma de gestão de vulnerabilidades integrada ao endpoint mais reconhecida do mercado, ativa no seu ambiente, prioriza o que de fato te coloca em risco e conduz cada correção com você até o fechamento.

São quinze anos cuidando da TI de empresas, com especialistas que atendem em português, inglês e espanhol. A Zamak é a sua retaguarda de segurança, ao lado da sua equipe, nunca no lugar dela.

Microsoft Solutions Partner · Addee (N-able) Elite Group · Great Place to Work

Plataforma operada sobre infraestrutura certificada em SOC 2 e ISO 27001, em conformidade com HIPAA e PCI-DSS.

Perguntas frequentes

O que as empresas perguntam antes de contratar

Não, e os dois se completam. A defesa avançada de endpoint detém o ataque que já está em curso; a gestão de vulnerabilidades fecha, antes, as portas por onde ele entraria. Uma cuida do agora, a outra remove o caminho.
Não. A gestão de vulnerabilidades é ligada sobre o mesmo agente que já faz a defesa de endpoint, com um toque. Sem um equipamento dedicado, sem uma ferramenta separada de varredura de rede e sem peso novo nos computadores.
A plataforma enxerga e prioriza as falhas; a Zamak conduz a correção, aplicando a atualização ou a mitigação, e refaz o teste para confirmar que a brecha foi fechada. Apontar sem fechar não resolve, então o trabalho só termina quando a porta está fechada.
Em Windows, macOS e Linux. Além disso, encontra na rede os dispositivos que ninguém cadastrou, do servidor esquecido à câmera ou impressora de internet das coisas, que costumam ser o ponto cego mais perigoso.
A gestão de vulnerabilidades ordena a fila pela falha que está sendo realmente explorada lá fora e pela criticidade do ativo. Assim, a Zamak ataca primeiro a que de fato coloca a sua empresa em risco, em vez de gastar esforço com o que pouco importa.
Sim. Seguradoras e auditorias cada vez mais exigem um programa de gestão de vulnerabilidades, e você recebe o programa gerenciado e a evidência documentada, incluindo a confirmação de que cada falha priorizada foi fechada.
Esse é o motivo real pelo qual tanta correção fica para depois, e a gestão de vulnerabilidades existe justamente para resolver isso. A Zamak prioriza a falha pelo risco, valida a correção e a aplica de forma controlada, em uma janela de manutenção quando o risco pede. É risco gerenciado, não atualizar às cegas nem deixar a porta aberta.

Vamos conversar

Feche a porta antes que alguém a encontre

A empresa média leva semanas para fechar uma falha crítica conhecida. O atacante leva horas. Cada dia com uma porta aberta é um convite ao ataque que poderia ser evitado. Fale com a Zamak e ponha cada falha dos seus sistemas sob gestão.

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Veja onde uma falha em aberto pode virar ransomware, o ataque que mais explora vulnerabilidades.

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