Perguntas frequentes
Por que o número de incidentes cibernéticos segue crescendo mesmo com a preocupação alta dos executivos?
Segundo a 3ª edição da Pesquisa Nacional de Consciência Corporativa em Segurança da Informação, divulgada pela Época Negócios com dados da Flipside, os incidentes de crimes cibernéticos cresceram 21% nos últimos 12 meses entre as 300 maiores empresas do Brasil, mesmo com o nível de preocupação dos líderes permanecendo alto. Para 73% desses executivos, a desatenção dos próprios funcionários é a maior preocupação, e a pesquisa confirma que 58% das violações resultam de erro humano.
Quais atitudes dos funcionários mais expõem a empresa a ataques cibernéticos?
Segundo Anderson Ramos, cofundador da Flipside, clicar em links inseguros, compartilhar senhas e informações confidenciais em aplicativos de chat e usar pen drives de forma inadequada são ações que podem colocar a empresa em risco. Ele também recomenda manter sempre os dispositivos e aplicativos atualizados, já que as atualizações costumam trazer recursos de segurança, como rastreamento e criptografia, que ajudam a evitar vazamentos em caso de perda ou roubo.
Existe alguma forma de medir o risco de segurança que cada funcionário representa para a empresa?
A pesquisa cita uma plataforma que avalia a vulnerabilidade das pessoas em segurança da informação e atribui a cada funcionário um grau de risco de 1 a 5, indicando o quanto ele pode expor a empresa a um ataque. A ferramenta seria lançada durante o Mind The Sec, evento de tecnologia realizado em São Paulo.