Loja · Inteligência de Ameaças (Dados)
Quanto custaria, em dinheiro, se os dados que a sua empresa guarda hoje vazassem?
É a pergunta mais importante da segurança da sua empresa, e quase ninguém sabe responder. A sua empresa guarda dados sensíveis por toda parte: planilhas com dados de clientes, documentos com CPF de funcionários, números de cartão parados num arquivo antigo, contratos numa pasta compartilhada. Você não sabe exatamente onde tudo isso está, quem consegue abrir cada arquivo, nem quanto uma cópia disso valeria para um criminoso. Enquanto o número for uma incógnita, você decide o orçamento de segurança no escuro: gasta demais onde não precisa, ou de menos onde arde. A Descoberta de Dados Sensíveis e Risco de Vazamento acende a luz: mostra onde os seus dados estão, quem os alcança, e coloca um valor no que está em jogo.
O custo médio global de uma violação de dados chegou a US$ 4,44 milhões em 2025, segundo o relatório Cost of a Data Breach da IBM: essa é a conta que aparece quando os dados sensíveis que uma empresa guarda são expostos.
As empresas levam, em média, 241 dias para identificar e conter uma violação, segundo a IBM em 2025: são quase oito meses entre o início do incidente e a contenção completa, tempo em que o problema passa despercebido, justamente porque não se sabe onde os dados estão.
Esse custo médio caiu 9% ante o ano anterior, a primeira queda em anos, e a IBM credita a diferença à identificação e à contenção mais rápidas: enxergar o risco mais cedo é o que reduz a conta, e é exatamente essa a ideia de medir o risco dos seus dados antes de um incidente.
A Descoberta de Dados Sensíveis e Risco de Vazamento é o diagnóstico que responde àquela pergunta com números: varre os seus servidores e estações à procura dos dados sensíveis que você guarda, mostra quem tem acesso a cada um e onde há vulnerabilidades abertas, e traduz tudo isso no custo estimado de uma violação, em dinheiro. A Zamak Technologies conduz a varredura, interpreta o resultado em linguagem de negócio e acompanha a evolução mês a mês. E começa por um primeiro diagnóstico, sem compromisso, do que já está exposto na sua empresa.
Onde o risco mora dentro de casa
O maior risco não é o que vem de fora. É o que você já guarda e não consegue ver.
Veja quatro situações comuns em que os dados que a sua empresa guarda viram um risco silencioso, dentro das suas próprias paredes, muito antes de qualquer criminoso entrar. Nenhuma depende do tamanho da empresa: basta guardar dados de clientes e de funcionários, e toda empresa guarda.
Dados de cartão e documentos de clientes num arquivo que ninguém sabia que existia.
Um vendedor salvou uma planilha com números de cartão para fechar um pedido, há dois anos, e ela ficou parada numa pasta. Um financeiro guardou cópias de documentos de clientes num arquivo local. Aos poucos, a empresa acumula dados sensíveis espalhados por estações, servidores e pastas compartilhadas, e ninguém tem o mapa de onde tudo está. É o dado que você não sabe que tem: não dá para proteger o que não se enxerga, e é exatamente por aí que uma violação começa. Uma varredura que encontra esses dados é o primeiro passo para pará-la.
Um ex-funcionário ainda tem acesso à pasta com a folha de pagamento e os dados dos clientes.
Alguém mudou de área, saiu da empresa ou trocou de função, mas o acesso dele às pastas mais sensíveis nunca foi revisto. Com o tempo, a folha de pagamento, a base de clientes e os contratos confidenciais ficam ao alcance de muito mais gente do que deveriam, e ninguém sabe exatamente quem. Dados que deveriam ser de um grupo seleto viram um segredo aberto. Descobrir quem tem acesso a quê, e apontar quem não deveria mais ter, é o que fecha essa porta interna antes que ela seja usada, por engano ou por má intenção.
Uma vulnerabilidade conhecida fica meses aberta, porque ninguém a mediu.
Um programa desatualizado num servidor, uma falha já catalogada num sistema, uma conexão exposta: são portas que o mundo inteiro conhece e que ficam abertas na sua empresa simplesmente porque ninguém está medindo. Sem uma varredura que compare o seu ambiente com a lista global de vulnerabilidades conhecidas e a mantenha atualizada todo dia, essas portas passam despercebidas até que alguém as use para chegar aos seus dados. Medir e priorizar as vulnerabilidades pela gravidade é o que transforma um risco invisível numa lista clara do que corrigir primeiro.
O dono aprova, ou corta, o orçamento de segurança sem saber o que está em jogo.
Chega a hora de decidir quanto investir em segurança, e a conversa é sempre a mesma: a TI pede, o dono acha caro, e a decisão sai no palpite, porque ninguém consegue dizer, em dinheiro, o tamanho do risco que está sendo corrido. Segurança vira uma despesa vaga, fácil de adiar. Quando o mesmo risco aparece como um valor, quanto custaria uma violação dos dados que você guarda hoje, a conversa muda: deixa de ser sobre gastar e passa a ser sobre proteger um valor conhecido, e priorizar o gasto pelos riscos reais. É a diferença entre decidir no escuro e decidir com a luz acesa.
Os quatro casos têm a mesma raiz: dados sensíveis que você guarda, mas não consegue ver, medir nem precificar. O seu antivírus e o seu firewall protegem a borda, mas não sabem o que há dentro, nem quanto vale. Encontrar esses dados, mostrar quem os alcança, medir as vulnerabilidades e traduzir tudo em dinheiro é o que a Descoberta de Dados Sensíveis e Risco de Vazamento acrescenta às suas defesas.
O que é a Descoberta de Dados Sensíveis e Risco de Vazamento
Não é vigiar a dark web. É acender a luz dentro da sua empresa e pôr um preço no que você guarda.
A Descoberta de Dados Sensíveis e Risco de Vazamento é um diagnóstico recorrente que olha para dentro da sua empresa, não para fora. Ele varre os seus servidores e estações à procura dos dados sensíveis que você guarda, os documentos com CPF, os dados de cartão, as informações de clientes e funcionários; mostra quem tem acesso a cada um; encontra as vulnerabilidades abertas; e converte tudo isso no custo estimado de uma violação, em dinheiro. A Zamak conduz a varredura, separa o que é risco real do ruído, interpreta o resultado em linguagem de negócio e acompanha a evolução mês a mês. Ele entrega a informação e a prioridade; ele não fecha as brechas por si, isso é o passo seguinte, com a cibersegurança gerenciada.
Localiza os dados sensíveis e as brechas que você guarda
A varredura passa pelos seus servidores e estações e encontra o que estava escondido: os documentos com dados pessoais, os números de cartão, as informações de clientes e funcionários espalhadas por pastas e planilhas. No mesmo passo, descobre quem tem acesso a cada conjunto de dados e quais vulnerabilidades conhecidas estão abertas no seu ambiente. É o mapa que ninguém tinha de onde o seu risco realmente está.
Precifica o risco: traduz a exposição em dinheiro
É aqui que o diagnóstico se torna diferente de tudo o mais: ele pega os dados sensíveis encontrados e as vulnerabilidades abertas e os traduz no custo estimado de uma violação, em valor monetário. Em vez de um relatório técnico que só a TI entende, você recebe um número que o dono e a diretoria entendem na hora, o tamanho do risco em dinheiro. É o que permite ligar a segurança ao valor do negócio e priorizar o gasto pelo que realmente importa. É uma estimativa para orientar a decisão, não uma promessa; o valor exato de um incidente depende de muitos fatores.
Acompanha a evolução e prova a melhoria mês a mês
Como é um diagnóstico recorrente, cada varredura vira um ponto numa linha do tempo. O primeiro relatório é o seu ponto de partida; os seguintes mostram se o risco subiu ou caiu, e comprovam, mês a mês, que as correções feitas realmente reduziram a exposição. É a evidência que sustenta a conversa de conformidade e prova, para a diretoria e para um auditor, que a segurança está sendo cuidada de forma contínua, e não em um esforço isolado.
Um ponto de honestidade, que faz toda a diferença: este diagnóstico entrega informação, não segurança nem conformidade prontas. Ele descobre os dados, precifica o risco e acompanha a evolução, o que já é o passo que quase ninguém dá. Mas fechar as brechas que ele revela, corrigir as vulnerabilidades, ajustar os acessos, remover dados que não deveriam existir, é um trabalho de remediação à parte, conduzido pela cibersegurança gerenciada da Zamak, ao lado do seu time. Vender que um scan, sozinho, torna a empresa segura seria desonesto. O valor dele é acender a luz e mostrar, em dinheiro, por onde começar.
O que está incluído
A varredura que encontra o risco e a leitura da Zamak que o transforma em decisão, juntas
A Zamak varre os seus servidores e estações à procura de dados sensíveis, permissões e vulnerabilidades, traduz o resultado em impacto financeiro e acompanha a evolução mês a mês. Você ganha o mapa do seu risco interno e um número que a diretoria entende, sem montar uma operação de análise própria.
A varredura recorrente do seu ambiente
O radar apontado para dentro, à procura dos dados sensíveis, das permissões e das vulnerabilidades.
- Descoberta de dados sensíveis em repouso: documentos com dados pessoais (PII) e dados de cartão de pagamento (PCI/PAN) em servidores, estações e pastas compartilhadas
- Varredura de vulnerabilidades de sistema operacional e de aplicativos, comparada todo dia com a lista global de falhas conhecidas
- Descoberta de acesso: quem pode alcançar cada conjunto de dados sensíveis, para apontar acessos indevidos
- Varredura automática de um dispositivo novo ou desconhecido assim que ele se conecta à rede
- Cobertura recorrente, e não um exame único, porque dados novos e vulnerabilidades novas surgem toda semana
- Suporte a cerca de 20 tipos de arquivo e cobertura de servidores, estações e dispositivos, sem parar a operação
A leitura e o acompanhamento pela Zamak
A camada que transforma o resultado técnico num número de negócio e numa lista de prioridades.
- Tradução do risco em impacto financeiro: o custo estimado de uma violação dos dados encontrados, em dinheiro
- Priorização das descobertas pela gravidade, para você saber o que corrigir primeiro, e não afogar a TI numa lista infinita
- Relatório com a marca da Zamak, pronto para a diretoria, que mostra o risco em dinheiro sem exigir conhecimento técnico
- Relatório de tendência mês a mês, com o ponto de partida (baseline) e a evolução, para comprovar a melhoria
- Apoio à conformidade: evidência de exposição de PII e varredura de dados de cartão (PCI/PAN) para sustentar auditorias
- Um ponto de contato único e a ponte para a remediação: quando você decidir fechar as brechas, a mesma Zamak conduz
Por dentro do diagnóstico
O que a varredura procura, e como o risco vira um número
Para quem quer o detalhe: é assim que a Zamak encontra os dados sensíveis, mede as vulnerabilidades e os acessos, traduz tudo em dinheiro e acompanha a evolução, do primeiro diagnóstico ao relatório de tendência.
O que a varredura descobre
A varredura procura dados sensíveis em repouso, parados nos seus sistemas, e em trânsito: documentos com dados pessoais (PII) e dados de cartão de pagamento (o número do cartão, o PAN, e o padrão PCI DSS). Ela olha servidores, estações, dispositivos móveis e recursos compartilhados, inclusive pastas na nuvem, e reconhece cerca de 20 tipos de arquivo. É a busca que encontra o dado sensível onde ele foi parar, e não só onde ele deveria estar.
A varredura de vulnerabilidades, sincronizada com a lista global
Ao mesmo tempo, o diagnóstico avalia as vulnerabilidades do sistema operacional e dos aplicativos instalados, comparando o seu ambiente com a base global de falhas conhecidas, que é atualizada todo dia. Ele pode ser configurado para varrer automaticamente um dispositivo novo assim que ele se conecta à rede, inclusive por conexão remota. Assim, uma porta recém-aberta não fica meses despercebida: ela aparece na próxima varredura, já classificada pela gravidade.
Quem tem acesso a quê
Encontrar o dado é metade do trabalho; a outra metade é saber quem consegue alcançá-lo. A descoberta de acesso mostra quais usuários podem abrir cada conjunto de dados sensíveis, e ajuda a apontar o acesso que sobrou: o de quem mudou de função, o de quem saiu da empresa, o da pasta que ficou aberta para todo mundo. Dados de pagamento, de saúde, listas de clientes e informação confidencial devem ser de um grupo seleto; esta é a lente que mostra quando não são.
Como o risco vira dinheiro
Este é o diferencial. O diagnóstico pega os dados sensíveis encontrados e as vulnerabilidades abertas e os converte no custo estimado de uma violação, expresso em valor monetário. Ele identifica os sistemas mais críticos e mostra a exposição total do ambiente como um número. Isso liga a segurança ao valor do negócio, sustenta o caso de negócio para investir e permite priorizar o gasto pelos riscos reais. É importante ser claro: é uma estimativa para orientar a decisão, calculada a partir do volume e do tipo de dado exposto; o custo real de um incidente depende de muitos fatores.
Baseline, tendência e relatório para a diretoria
Como o diagnóstico é recorrente, ele cria um ponto de partida (baseline) e mede o risco de novo a cada ciclo. Os relatórios mostram a tendência ao longo de dias, semanas e meses, e provam se o risco caiu depois de uma correção. Os dashboards são configuráveis para destacar as métricas que importam, e o acompanhamento chega com a marca da Zamak, pronto para levar à diretoria e para sustentar uma auditoria, em linguagem de negócio.
Apoio à conformidade, e a fronteira honesta
A varredura de PII e de dados de cartão (PCI/PAN) gera a evidência que uma avaliação de risco ou uma auditoria exige, e ajuda a demonstrar cuidado com a proteção de dados que a lei cobra (como a LGPD). Aqui vale a fronteira honesta: o diagnóstico informa e prioriza, mas não torna a empresa segura nem conforme por si. Fechar as vulnerabilidades, ajustar os acessos e remover dados que não deveriam existir é a remediação, um trabalho à parte que a cibersegurança gerenciada da Zamak conduz ao lado do seu time. Por trás, a tecnologia de varredura e a base de vulnerabilidades são de uma referência internacional de segurança, o que dá alcance e autoridade ao diagnóstico.
A tecnologia de varredura e a base de vulnerabilidades por trás do diagnóstico são de uma referência internacional de segurança, mantida atualizada todo dia com a lista global de falhas conhecidas, o que dá alcance ao radar e autoridade ao que você leva à diretoria.
A varredura e a análise rodam sem parar; a Zamak encontra os dados, precifica o risco, prioriza pela gravidade, entrega o relatório em linguagem de negócio e acompanha a evolução, e é a sua ponte para a remediação quando você decidir fechar as brechas.
Leve esta documentação para apresentar a quem decide.
A comparação
Diagnóstico de risco de dados, só as defesas de borda, ou decidir no escuro
Há três formas de lidar com os dados sensíveis que a sua empresa guarda: um diagnóstico recorrente que localiza os dados, mede o risco, o traduz em dinheiro e acompanha a evolução; confiar só nas defesas de borda, o antivírus e o firewall, que protegem a entrada mas não sabem o que há dentro nem quanto vale; ou seguir decidindo a segurança no escuro, sem nenhuma medição. A comparação é entre formas de conhecer o próprio risco. A coluna da Zamak lista apenas o que a Zamak entrega ao cliente.
Você sabe onde os dados sensíveis estão
A escolha da Zamak
Diagnóstico de risco de dados
Sim, mapeados por servidor, estação e pasta
Só o antivírus e o firewall
Não; eles guardam a porta, não olham dentro
Decidir no escuro, sem medir
Não; ninguém tem o mapa
O risco aparece em dinheiro
A escolha da Zamak
Diagnóstico de risco de dados
Sim, o custo estimado de uma violação
Só o antivírus e o firewall
Não; entregam alertas técnicos, não valor
Decidir no escuro, sem medir
Não; a segurança fica no palpite
Quem tem acesso aos dados
A escolha da Zamak
Diagnóstico de risco de dados
Mapeado, com o acesso indevido apontado
Só o antivírus e o firewall
Fora do escopo dessas ferramentas
Decidir no escuro, sem medir
Ninguém revisa; o acesso só acumula
Prova de melhoria ao longo do tempo
A escolha da Zamak
Diagnóstico de risco de dados
Relatório de tendência mês a mês
Só o antivírus e o firewall
Um log técnico, sem leitura de negócio
Decidir no escuro, sem medir
Nada para mostrar a um auditor
O caminho para fechar as brechas
A escolha da Zamak
Diagnóstico de risco de dados
A mesma Zamak conduz a remediação
Só o antivírus e o firewall
Bloqueiam o que conhecem, não o que você guarda
Decidir no escuro, sem medir
Você descobre no dia do incidente
Esforço para ter isso
A escolha da Zamak
Diagnóstico de risco de dados
Assinatura previsível, a Zamak opera
Só o antivírus e o firewall
Já pago, mas cego para os seus dados
Decidir no escuro, sem medir
Parece de graça, até a violação chegar
Comparação entre formas de conhecer o risco dos dados que a empresa guarda (diagnóstico dedicado, defesas de borda e nenhuma medição). A coluna da Zamak lista apenas o que a Zamak entrega ao cliente. O antivírus e o firewall são necessários e continuam; eles apenas resolvem outro problema, a defesa da entrada, não a visibilidade dos dados por dentro. O diagnóstico informa e precifica; fechar as brechas é a remediação, um serviço à parte da cibersegurança gerenciada.
Risco, impacto e resposta
Para cada risco escondido nos seus dados, uma forma de achá-lo e precificá-lo antes que ele custe caro
Dados de cartão e documentos de clientes parados em arquivos que ninguém mapeou
Uma violação com multa de conformidade, processo e o custo de cada registro exposto
Como o diagnóstico responde
A varredura encontra e localiza esses dados, e o relatório mostra quanto a exposição vale em dinheiro
Um ex-funcionário ou um usuário que mudou de função ainda acessa dados sensíveis
Vazamento interno, por engano ou má intenção, de folha, base de clientes ou contratos
Como o diagnóstico responde
A descoberta de acesso mostra quem alcança cada dado e aponta o acesso que deveria ter sido removido
Uma vulnerabilidade conhecida fica aberta por meses num servidor ou aplicativo
Uma porta que o mundo inteiro conhece, usada para chegar aos seus dados
Como o diagnóstico responde
A varredura de vulnerabilidades a detecta, compara com a lista global e a prioriza pela gravidade
A diretoria decide o orçamento de segurança sem saber o tamanho do risco
Gastar demais no lugar errado, ou de menos onde arde, e adiar o que era urgente
Como o diagnóstico responde
O risco aparece em dinheiro e priorizado, transformando o orçamento numa decisão informada
A descoberta, a medição, a precificação e o acompanhamento são da Zamak; o diagnóstico informa e prioriza, e a remediação, o fechamento das brechas, é conduzida à parte pela cibersegurança gerenciada, ao lado do seu time. É informação para decidir, não uma garantia de segurança.
Para cada decisor
O que conhecer o risco dos seus dados significa para quem decide
Colocar um número no risco dos dados que a empresa guarda, e mostrar quem os alcança e o que corrigir primeiro, resolve uma dor diferente para cada papel na empresa.
Sócio e proprietário
Finalmente um número para decidir a segurança, em vez de um palpite
Você já ouviu o pedido de investir em segurança e sentiu que estava decidindo no escuro, sem saber o tamanho real do risco. Este diagnóstico coloca esse risco em dinheiro: quanto custaria uma violação dos dados que a sua empresa guarda hoje. Com esse número na mão, o orçamento de segurança deixa de ser um custo vago e vira uma decisão de proteger um valor conhecido, priorizada pelos riscos reais. É a informação que faltava para você parar de decidir no escuro e passar a investir com critério.
Diretoria, gestão e conformidade
A evidência que a auditoria pede, e o argumento que convence a diretoria
Quando um auditor ou um cliente pergunta como você protege os dados que guarda, a resposta não pode ser uma suposição. O diagnóstico entrega a evidência: onde estão os dados de cartão e os dados pessoais, quem os acessa, e o relatório de tendência que prova que o risco está sendo cuidado de forma contínua. E o mesmo relatório, com o risco em dinheiro, é o argumento que aprova o investimento em segurança na reunião de diretoria, porque fala em valor, e não em siglas técnicas.
Líder de TI e segurança
O mapa que a sua equipe não teria tempo de levantar, e o argumento para o orçamento
Você sabe que há dados sensíveis espalhados e vulnerabilidades para fechar, mas levantar isso à mão, em toda a empresa, e mantê-lo atualizado, consome um tempo que a sua equipe não tem. O diagnóstico entrega esse mapa pronto e recorrente: os dados encontrados, os acessos indevidos, as vulnerabilidades priorizadas pela gravidade. É o reforço que soma ao seu time, nunca no lugar dele, e ainda coloca na sua mão o argumento em dinheiro que você precisava para o dono aprovar as correções que você já sabia que eram necessárias.
Parceiro de TI
Um diagnóstico de risco de dados para a sua oferta
Ofereça aos seus clientes um diagnóstico que fala direto com o dono, o risco dos dados em dinheiro, sem montar uma operação de varredura e análise própria. A Zamak opera a descoberta, a precificação e o relatório nos bastidores e entrega o resultado com a sua marca ou a nossa; você conduz a conversa com o cliente, e a relação com ele continua sendo sua. É também a porta de entrada natural para projetos maiores de segurança, porque o número em dinheiro abre o orçamento.
Por que a Zamak
O risco dos seus dados, lido por quem entende do seu negócio e conduz o próximo passo
A Zamak Technologies não entrega só um relatório técnico para você decifrar. Ela varre o seu ambiente, encontra os dados sensíveis e as vulnerabilidades, mostra quem tem acesso, traduz o risco em dinheiro, prioriza pela gravidade e acompanha a evolução mês a mês, tudo em linguagem de negócio. E quando você decidir fechar as brechas, é a mesma Zamak que conduz a remediação, com a cibersegurança gerenciada, ao lado do seu time.
São anos de experiência cuidando da TI de empresas, com especialistas que atendem em português, inglês e espanhol. É a sua retaguarda para conhecer o risco dos dados que você guarda e agir sobre ele, e o seu ponto de contato, ao lado da sua equipe, nunca no lugar dela.
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Tecnologia de varredura e base de vulnerabilidades sustentadas por uma referência internacional em segurança, atualizada todo dia com a lista global de falhas conhecidas.
Perguntas frequentes
O que as empresas perguntam antes de contratar
Veja também Monitoramento de Vazamento de Credenciais e Dados · Cibersegurança gerenciada da Zamak · Gestão da Superfície de Ataque Externa (EASM) · Inteligência de Ameaças e Monitoramento da Dark Web (CTI) · Gestão de Conformidade (GRC)
Vamos conversar
Enquanto você lê isto, a sua empresa guarda dados que valem muito, e ninguém sabe dizer quanto nem onde.
A conta média de uma violação de dados chegou a US$ 4,44 milhões em 2025, e as empresas levam em média 241 dias para perceber, segundo a IBM. Quem mediu o próprio risco decide o orçamento de segurança com um número; quem não mediu decide no escuro, e descobre o tamanho do problema no dia do incidente. Fale com a Zamak e faça a luz sobre os dados que a sua empresa guarda: a descoberta, a precificação em dinheiro e o acompanhamento, por conta da Zamak, com o caminho pronto para fechar as brechas quando você decidir.
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